O VÉU NO CINE FAVELA

November 30th, 2011

No dia 26/11/11, o Véu de fumaça participou do projeto Eco Cine Favela, onde foram exibidos 6 curtas-metragens dentro da favela Vila Prudente.

O “ECOINFORMAÇÃO EM CONEXÃO COM AS FAVELAS” é uma proposta de trabalho de comunicação criada por 25 jovens residentes da favela de Vila Prudente, motivados pela intenção de contribuir para a melhoria da circulação da informação por meio de um jornal e postagens em redes sociais.
Esse projeto busca oferecer uma contribuição no processo de informação, novos conhecimentos e troca de idéias para os jovens moradores das favelas de Vila Prudente e de outros bairros da Zona Leste. É uma proposta de cunho sociocultural que visa difundir o pensamento juvenil em enfoques atuais e pertinentes como política, saúde, educação, cultura, lazer, juventude, meio ambiente, direitos, cidadania, preconceito racial e outros, disseminando novas idéias entre os jovens que queiram mudar sua realidade.

Parabéns ao Cristiano Cardoso e a toda equipe por esse trabalho tão especial. Essa pequena amostra foi mais que suficiente para percebermos o quanto esse projeto é importante para as pessoas da comunidade.

Equipe do Véu

Mais informações sobre o Eco Cine Favela:

Eco Cine Favela

http://ecoinformaefavelas.blogspot.com/

O Cine Favela é apoiado pelo Kinoforum

http://pontodecultura.kinoforum.org.br/

O QUE OS HOLANDESES FAZEM COM AS BICICLETAS?

October 27th, 2011

O pessoal do Véu de fumaça foi passear em Amsterdam e de lá mandou o relato de como se locomover por lá! Além disso, também descobriram o que os Holandeses fazem com as bicicletas velhas! É impressionante! Assistam o vídeo.

  • Em Amsterdam, há um problema grave com o descarte de bicicletas, muitas são jogadas no rio ou simplesmente abandonadas nas ruas.
  • Amsterdam é uma cidade pequena, tem aproximadamente 750.000 habitantes, é quase a mesma quantidade de bicicletas!
  • Há muita bicicleta velha! velha mesmo! Há bicicletas estacionadas por todo lugar! Há muita bicicleta abandonada! Há estacionamento para bicicletas!

  • Travas de segurança e correntes são essenciais! Há muitos furtos de bicicletas, seja ela por inteiro ou por partes;  Há muito vandalismo também!
  • É muito fácil alugar bicicletas, basta ter um cartão de crédito e uma identificação na mão, há várias empresas. Ao alugar, não deixe de pagar pelo seguro.
  • Sim, é verdade, Amsterdam tem ciclovias e bicicletas por todos os lados!
  • Como na Inglaterra, a Holanda também possui uma lei severa para
  • A relação com a bicicleta começa antes mesmo de se aprender a andar. São mães e pais levando seus filhotes nas cestinhas das bikes para a escola, para o mercado, para o parque. A cultura da bicicleta vem do berço!.
  • Em algumas ruas do centro não há separação entre a calçada e a rua. É tudo no mesmo nível. É preciso ficar esperto para não ser atropelado por um trem.
  • Mesmo em lugares que não há ciclovias, a regra é clara para todos: ciclistas à direita da rua.
  • As ciclovias são separadas fisicamente da rua. Elas ficam na própria calçada.
  • A ciclovia padrão tem em torno de um metro de largura, o que acaba sendo pouco para a quantidade de bicicletas.
  • Em dias de chuvas (pegamos alguns), muitas ciclovias ficam empoçadas.
  • Motos pequenas podem utilizar a ciclovia, são bem inconvenientes, buzinam e aceleram pedindo passagem.

  • Percebemos que os ciclistas são até que bem pacientes com os “turistas” que arriscam umas pedaladas, ou, com os pedestres descuidados, que atravessam as ciclovias sem olhar.
  • A principio, o trânsito de bicicletas assusta, mas depois você percebe que é um “caos” organizado.
  • Em algumas áreas, como no centro, é proibido andar de bicicleta, pois há um grande fluxo de pedestre.
  • Há semáforos para pedestres, bicicletas, trens e carros.
  • As placas de sinalizações são horríveis de se ler a noite – possuem um fundo preto.
  • Rolou um pouco de decepção na chegada à Amsterdam – Chegar à rodoviária de Amsterdam às 5h30min da manhã foi um problema – a rodoviária estava às moscas, estava tudo fechado, o metrô só funcionaria a partir das 7h30min; Ou seja, foi uma ironia ter que apanhar um táxi (foi o único lugar da viagem que usamos um) por falta de transporte público. A corrida do táxi ficou em torno de R$ 40,00 por mais ou menos15km.
  • Em Amsterdam, as pessoas andam de bike usando roupa do dia a dia, bota, salto alto, vestido, paletó, casaco, etc, e, a maioria das vezes, estão mto elegantes. :)
  • Os ciclistas andam muito rápido. A cidade é muito plana.
  • É incrível a habilidade das pessoas ao andar carregando milhões de coisas, inclusive guarda-chuva.
  • As pessoas pedalam e falam ao celular.
  • As pessoas pedalam e passeiam com seus cachorros.
  • Os bondes elétricos funcionam até a meia-noite.
  • Fomos às baladas de bike, como os holandeses, que utilizam a bike para ir a qualquer lugar.
  • Há um tipo de bilhete único, que você pode utilizar tanto em metrô, como nos trens.  Um bilhete para 48 horas, com viagens ilimitadas, custou 12 euros.
  • Usamos muito pouco o trem e não usamos o metrô, pois adotamos a bicicleta como transporte.
  • Tanto em Londres como em Amsterdam, os ciclistas não usam capacete.
  • Vimos alguns carros elétricos em Amsterdam.
  • A velocidade na cidade é de 50 km/h.
  • Como em Londres, acidentes com pedestres e ciclistas, podem sair muito caro para o motorista. As leis são bastantes severas.

  • Pessoas com necessidades especiais em Amsterdam possuem mobilidade, elas usam os seus carrinhos, nas ciclovias e/ou calçadas, que são muito planas.

Equipe do Véu!

POR VÁRIOS DIAS SEM CARRO!

September 22nd, 2011

No DIA MUNDIAL SEM CARRO desejamos vários DIAS SEM CARRO!

Pješački… nem os Croatas sabem o significado

September 17th, 2011

O pessoal do Véu de fumaça foi passear na Croácia e de lá mandou o relato de como se locomover por lá!

  • Os vôos internacionais chegam em Zagreb, Split ou Dubrovnik (no extremo sul)
  • Também é possível também chegar à Croácia de trem.
  • As viagens internas na Croácia são geralmente feitas por ônibus ou carro. O sistema ferroviário é antigo, lento e não atende muitas regiões.
  • Nas ruas, é muito comum ver carros com placas da Alemanha, da Itália e da Áustria, que são países próximos com conexões rodoviárias e/ou marítimas.
  • É muito fácil se confundir, a maioria das ruas tem nomes muito semelhantes.

  • Com mais de mil ilhas na costa Adriática, a Croácia conta com os serviços de ferryboats e catamarãs, que são imprescindíveis para se ir de uma ilha à outra. Apesar de serem barcos novos, achamos o sistema mal organizado, pois, em plena temporada, a quantidade de barcos e de viagens para ilhas maiores é muito inferior à demanda!
  • Mesmo em alta temporada, os barcos nem sempre funcionam diariamente.
  • Para a compra de passagens, a bilheteria abre apenas meia hora antes da saída do barco, provocando filas gigantescas, e, lógico, brigas. As pessoas furam fila e quem chega cedo corre o risco de ficar sem passagem. (aconteceu com a gente).
  • Além disso, a saída dos ferryboats é um inferno, a prioridade de saída é dos carros e não dos pedestres, o que gera uma confusão sem tamanho.

  • Na Croácia, os carros têm prioridade!
  • Percebemos que a maioria dos motoristas anda em velocidade acima do permitido.
  • Nas cidades do litoral, percebemos que, em muitas vias, as calçadas simplesmente sumiam… :-(
  • Os Croatas falam ao telefone enquanto dirigem e não respeitam a faixa de pedestres.
  • Vimos vários motoristas xingando pedestres, que atravessavam lentamente (em um lugar praiano, pode?).
  • Vimos congestionamento em Split, um dos principais pontos de conexão da Croácia.
  • No litoral, pegamos um ônibus em Split para uma cidade vizinha, cerca de 120 km. A paisagem era fantástica, passamos por várias baías e penhascos, com aquele mar azul maravilhoso no fundo. O único problema é que o motorista do ônibus passou a viagem inteira falando ao celular (não vimos ninguém reclamar).

Zageb

É a capital da Croácia e está no meio do país.

  • As ruas do centro de Zagreb, capital da Croácia, são bem diferentes (para a gente). Não há separação entre a calçada e a rua. É tudo no mesmo nível. É preciso ficar esperto para não ser atropelado por um trem.
  • Apesar de o centro ser bem servido por bondes, há muitos carros circulando e alguns passam a mil (apesar de a velocidade máxima ser de 50 km/h).
  • Em Zagreb, os bondes são uma atração a parte. Os tíquetes são vendidos em bancas de jornal. A passagem custa cerca de R$ 2,50.
  • Os bondes elétricos são supermodernos e limpinhos. Não há bancos duplos, os namorados costumam sentar um no colo do outro.
  • Vimos muita gente andando de bicicleta pela cidade.
  • As poucas ciclovias que vimos ficam nas próprias calçadas.
  • Pedestre e ciclistas compartilham as calçadas, ficam no aperto,enquanto as ruas largas ficam apenas para os carros.
  • Há algumas vagas de estacionamento de carros que usam uma parte da calçada também!
  • Nem todas as calçadas possuem sinalização de ciclovias, mas “é costume” do povo andar de bike na calçada.

Estivemos na capital, no litoral e em algumas ilhas, e a conclusão a que chegamos é que os croatas não nos pareceram as pessoas mais bem educadas do mundo e, claro, isso se reflete no trânsito.

Mas a Croácia é fascinante, as paisagens são fantásticas, o litoral, que é recortado pelo Adriático, é lindo. Além disso, por todos os lugares você se depara com edifícios seculares. Só tente evitar o mês de agosto, é alta temporada.

Pješački significa pedestre em croato. ;-)

Veja mais fotos do trânsito da Croácia no nosso face.

Equipe do Véu

EM LONDRES, COMPARTILHAR É POSSÍVEL

September 13th, 2011

O pessoal do Véu de fumaça foi passear em Londres e de lá mandou o relato de como se locomover por lá!

Quer exemplo melhor de convivência no trânsito? A rua é compartilhada graças a educação e o respeito de todos.

  • Em Londres, os pedestres têm prioridade!
  • Há vários mecanismos pró-pedestre instalados nas ruas: o controle dos semáforos pelos próprios pedestres; indicações luminosas para os motoristas; botões de alerta sonoro, que servem de orientação na travessia de deficientes visuais; Contagem de tempo para a travessia de pedestres.
  • A maioria das calçadas são largas e niveladas. As vias para carros são estreitas e compartilhadas.
  • As infrações de trânsito têm penalidades pesadas. Em um atropelamento por imprudência, o motorista deverá responder criminalmente e poderá levar até 14 anos de prisão.
  • É preciso ficar muito atento com a “mão inglesa”! (mão contrária) Há um alerta em todas as faixas de pedestres mostrando para qual lado se deve olhar. Na dúvida, ao atravessar, olhe para os dois lados!

  • Em 1863 – Projetado para ligar o principal terminal de Londres, o Metropolitan Line foi o primeiro metrô mundial.
  • Popularmente, o metrô em Londres é chamado de “Tube” e não “Underground”, como está escrito em suas placas.
  • Em Londres, o “Tube” funciona até a 0h, mas as linhas de ônibus funcionam 24h (e mto bem) e fazem paradas próximas as do metrô.
  • A malha do metrô é ampla e é dividida por zonas (1,2,3,4). As zonas 1 e 2 são as mais centrais e onde estão a maioria dos pontos turísticos.
  • Quanto mais longe você mora maior o custo do bilhete. O custo das outras zonas são mais alto.
  • Os aeroportos são acessíveis por linhas de metrô e trens.
  • O cartão de transporte (tipo bilhete único em São Paulo) é aceito no metrô e nos ônibus.
  • É difícil ver funcionários no metrô, mas existem botões de ajuda em toda parte. Basta apertá-los para aparecer um.
  • Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais não é o forte do metrô de Londres, por serem construções mais antigas, há muitas escadas e corredores longos e estreitos.
  • Limpeza também não é o forte do metrô de Londres, as plataformas são sujas. É comum se deparar com camundongos curiosos pelo caminho! Um amigo que mora em Londres comentou que “os protetores dos pequenos mickeys” protestam contra o uso de veneno nos túneis, o que acaba gerando um impasse e impedindo o “extermínio” dos pequenos.
  • O transporte público é muito eficiente, mas não é tão barato – um cartão válido por 7 dias (viagens ilimitadas) custa cerca de R$55.
  • As pessoas compartilham seus jornais nas viagens de metrô. Na maioria dos trens, os assentos ficam um em frente ao outro.
  • O papel do cobrador do ônibus é feito pelo próprio motorista. Os ônibus possuem cabine blindada para o motorista e câmera de vigilância.
  • Os ônibus param apenas em pontos específicos, mas são bem sinalizados.

  • As bicicletas são constantes nas ruas de Londres. Há paraciclos em todos os lugares.
  • As bicicletas são usadas como meio de transporte.
  • A maioria das pessoas andam de bike usando roupa “normal”.
  • Não vimos mtas ciclovias com separação física, mas há muitas ciclofaixas.
  • As ciclofaixas ficam ao lado da faixa de ônibus e táxis.
  • Há uma área demarcada para ciclistas, em cada farol, na frente dos carros, para que eles tenham preferência na saída.
  • A maioria das estações do metrô possui estacionamento para bicicletas.
  • O centro e seus arredores possuem restrição de tráfego nas vias.
  • Há cobrança de pedágio para se ir de carro até o centro da cidade.
  • Os estacionamentos são setorizados, você só pode estacionar no bairro em que você mora, caso contrário você pode ser multado e/ou guinchado.

Estivemos na maior parte do tempo nas zonas 1 e 2 e, em nenhum momento, presenciamos algum tipo de congestionamento, acidente ou briga de trânsito :)

Em Londres, educação e respeito são os melhores itens de segurança no trânsito.

Veja mais fotos do trânsito de Londres no nosso face.

Não deixe São Paulo parar!
Equipe do Véu

PEDALANDO E CONVERSANDO COM DAVID BYRNE

July 13th, 2011

Quando soube que David Byrne iria trazer seu fórum “Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade” a São Paulo no dia 12 de julho, fiquei aliviada de perder sua palestra na Flip no domingo, dia 10, em Parati. Tudo bem, perderia a pedalada com ele pela cidade (vejam cobertura de um biker aqui), mas fazer o quê? Eu tinha compromisso em São Paulo no fim de semana e tinha de voltar.

Ontem finalmente chegou o grande dia de vê-lo no fórum realizado no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros. Não fui de bike, mas de metrô, utilizando pela primeira vez a nova Linha Amarela. Quinze minutos da estação Trianon-Masp até a Faria Lima. Bom, né?

A fala de Byrne foi boa, mas genérica e bem intuitiva. Falou de sua experiência pessoal como ciclista em diversas cidades do mundo e mostrou desenhos de urbanistas do início do século 20, com suas projeções para o que seria a cidade do futuro. Entre tantos projetos, um que chegou bem perto da atualidade foi o da General Motors, que privilegiava, obviamente, a mobilidade dos carros, e não a das pessoas: prédio altos, avenidas largas, pouco espaço para pedestres. Não é que a GM tenha sido visionária: o mundo é que entendeu que devia dar prioridade aos carros!

Mas, curiosamente, a fala de Byrne não foi “a melhor” da noite. Para o nosso bem – já que somos brasileiros e paulistanos –, os outros componentes da mesa trouxeram contribuições bem interessantes, preocupados com os problemas específicos da cidade de São Paulo: Arturo Alcorta, cicloativista que usa a bicicleta como meio de transporte há mais de 40 anos; Marcelo Branco, secretário municipal de transportes, presidente da CET e da SPTrans (não é muita coisa prum cara só, não?); e Eduardo Vasconcelos, sociólogo, engenheiro civil e conselheiro da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

Arturo citou exemplos internacionais, principalmente de Nova York; Marcelo falou das iniciativas da cidade de São Paulo, como a ciclofaixa (voltada apenas para passeio e aos fins de semana). Mas a contribuição que mais me tocou foi a de Eduardo, que também participou da mesa da Flip junto com David Byrne. Ele trouxe dados aterradores: 55% dos veículos motorizados de São Paulo são públicos e 45% são privados. Em termos de ocupação do espaço urbano, enquanto um pedestre ocupa em torno de 1 m2, um ciclista 2 m2 e um motociclista de 8 m2 a 10 m2, um carro ocupa 50 m2. E o ônibus? Apesar do tamanho, um cidadão que anda de ônibus ocupa o mesmo 1 m2 do pedestre.

Ele citou as principais propostas pensadas pela ANTP: reduzir a velocidade na cidade de São Paulo como um todo e tirar 30% dos carros para devolver o espaço público aos pedestres e ciclistas. Com essas medidas, conseguiríamos reduzir o número de acidentes, a poluição do ar e os congestionamentos.

O público que lotou o Teatro Paulo Autran (muitos deles ciclistas que foram de bike) levou para casa a mensagem de Arturo: não devemos ser bipolares e achar que os governantes são necessariamente nossos inimigos, ou que um meio de transporte tem mais relevância que outro. Devemos aprender a conviver pacificamente no trânsito!

Kiel Pimenta
Equipe do Véu

Pro-Moção e Pra-Mocinha – Resultado

June 30th, 2011

Pessoal,

Eis os ganhadores das camisetas:

Renata Rainho,  Matheus Paiva, Helder Camara,  Andre mesquita, Mary, Santiago e Igor.

Ganhadores,  por favor,  enviem para gente um e-mail (contato@veudefumaca.com.br), com os seus nomes  e endereços.

Valeu!

Pro-Moção e Pra-Mocinha

June 29th, 2011

O O que tem no porta-malas?
As cinco primeiras pessoas que comentarem “EU SEI” nesse post, irão ganhar uma camiseta do filme. Basta dizer EU SEI”,  não precisa falar o que tem, ok? rs

Véu para todos

June 29th, 2011

A partir de hoje, o Véu de Fumaça vai estar disponível na internet (em português, inglês e espanhol).

Estamos na torcida para que o Véu alcance o seu objetivo mais importante: propor uma reflexão sobre um dos problemas que mais atinge os moradores dos grandes centros urbanos nos dias de hoje: a (i) mobilidade urbana.

Agradecemos a todos que acreditaram e participaram dessa primeira fase do trabalho. Ham? Primeira? Pois é, ainda não acabou, estamos trabalhando na versão longa-metragem…rs)

Até breve!
Anna Gadelha

Quem nunca se pegou curioso ou tentando imaginar o que acontecia no carro ao lado, sobre o que as pessoas estavam falando ou sentindo?
É lógico que essa ideia surge enquanto estamos parados em mais um dos congestionamentos da cidade. Trânsito provocado por uma chuva repentina, pela falta de energia, por um acidente, por uma greve do setor de transportes, pela falta da conscientização dos cidadãos, pela falta de investimento público em infraestrutura, por uma facção criminosa que decide mostrar sua força ou simplesmente porque todo mundo decidiu usar carro naquele dia – Afinal você nunca ouviu falar das previsões dos especialistas em transportes e/ou dos grandes jornais: “um dia São Paulo vai parar”?
E é isso que mostra o curta-metragem Véu de Fumaça – A cidade para – porque todo mundo resolveu usar o carro!

Assistam ao filme na íntegra e divulguem!

O Trailer

May 2nd, 2011